O Dugongo ou vaca do mar é um dos poucos animais existentes que pertence à ordem Sirenia- Pois, isto vem de sereia. O Dugongo visto de cima com os membros abertos tem uma silhueta semelhante a uma mulher. Os marinheiros frequentemente confundiam dugongos com sereias. Aliás, a palavra Dugongo deriva de uma palavra malaia que significa sereia.
Habita confortavelmente as águas australianas, mas em tempos já nadou por todo o indo-pacifico. Isso foi antes de os termos começado a caçar indiscriminadamente e de lá por meados do sec. XVIII ter ficado à beira da extinção. Actualmente é uma espécie protegida , mas isso não significa que não continue a ser caçado ou vítima de predadores. No golfo pérsico também podem ser encontrados nalgumas zonas.
É um mamífero herbívoro e pasta dentro de água as alguinhas que encontra, daí o seu nome: vaca do mar. Não tem barbatanas, em vez disso tem uma espécie de pás tipo ornitorrinco com que se desloca e uma cabeça sui-generis. Vive cerca de 70 anos se o deixarem e atinge os 3 metros e os 250 Kg quando adulto. O peixe-boi brasileiro é um primo desta vaca do mar.






Brilhante, a reportagem fotográfica disponível no ElMundo com imagens do interior do corpo humano:
EMBRIÃO - três dias depois da fecundação já dividido em 8 células (Mórula). Ainda se encontra na trompa de falópio estando, só se implantará mais tarde na parede uterina.
PLAQUETAS - ajudam a reparar as paredes dos vasos sanguíneos e transportam a serotonina que serve para contrair os vasos sanguíneos.


O albinismo é hereditário e determinado geneticamente. Os genes responsáveis são recessivos e impedem a produção da melanina. Daqui resultam vários problemas para os albinos: Pele muito sensível à radiação solar, problemas de visão (olhos não pigmentados são muito sensíveis à luz).
Nos humanos albinos os olhos são azuis enquanto na maior parte dos animais albinos a pupila é cor-de-rosa ou avermelhada.
O número de humanos albinos é cerca de 0.006 % da população mundial. Para uma criança nascer albina é necessário que ambos os progenitores sejam portadores do gene do albinismo e ainda assim a probabilidade é de apenas 1/4.



O albinismo em animais reduz bastante as possibilidades de sobrevivência. Ter má visão não permite caçar ou fugir de predadores. Ser branco reduz muito as possibilidades de camuflagem na natureza.
Existem albinos em quase todas as espécies animais imagináveis: peixes, aves, felinos, mamíferos...
Excepto em cavalos onde não se conhecem verdadeiros albinos.
Em gatos o albinismo surge normalmente associado a um gene responsável pela surdez.
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Um Ligre (esquerda) é um felino híbrido que resulta do cruzamento de um leão macho com um tigre fêmea, um Tigão (direita) resulta do cruzamento inverso. Um Ligre tem riscas e manchas e é o maior felino vivo conhecido, com um tamanho semelhante ao de um pónei e com cerca de 500 kg. Os Tigões tendem a ser mais pequenos que os progenitores e são mais raros. Uma explicação genética para esta diferença de tamanho das crias e para a elevada mortalidade dos tigões pode ser lida em:
http://www.members.aol.com/jshartwell/hybrid-bigcats.html
Como todos os híbridos, tanto o Ligre como o Tigão são estéreis, embora surjam casos muito raros em que são férteis. Quando são férteis e produzem descendência, os filhotes têm nomes curiosos: Tiligre (pai Tigre, mãe Ligre), Litigão (pai leão, mãe tigão), etc...
Este tipo de cruzamento interespécies não ocorre com frequência na natureza sendo mais comum em cativeiro. Não é comum tigres e leões em liberdade misturarem-se pois os seus habitats são diferentes. E ao contrário do que se julga não existem tigres em África só na Ásia.
Conhecem-se outros tipos de felinos híbridos como os Pumapardos, os Jagliões e os Leopões!



