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Biodiversity - Vancouver Film School from Vancouver Film School on Vimeo.


Dugongo, não confundir com o Sr. Dulong, é um simpático mamífero que habita os oceanos. Lembrei-me dele porque um amigo meu viajou recentemente para os antípodas e trouxe de lá uma coleção de miniaturas de bichos locais para a pequenada. Para meu desgosto do conjunto não constava nem o Kiwi nem o Dugongo.

O Dugongo ou vaca do mar é um dos poucos animais existentes que pertence à ordem Sirenia- Pois, isto vem de sereia. O Dugongo visto de cima com os membros abertos tem uma silhueta semelhante a uma mulher. Os marinheiros frequentemente confundiam dugongos com sereias. Aliás, a palavra Dugongo deriva de uma palavra malaia que significa sereia.


Habita confortavelmente as águas australianas, mas em tempos já nadou por todo o indo-pacifico. Isso foi antes de os termos começado a caçar indiscriminadamente e de lá por meados do sec. XVIII ter ficado à beira da extinção. Actualmente é uma espécie protegida , mas isso não significa que não continue a ser caçado ou vítima de predadores. No golfo pérsico também podem ser encontrados nalgumas zonas.

É um mamífero herbívoro e pasta dentro de água as alguinhas que encontra, daí o seu nome: vaca do mar. Não tem barbatanas, em vez disso tem uma espécie de pás tipo ornitorrinco com que se desloca e uma cabeça sui-generis. Vive cerca de 70 anos se o deixarem e atinge os 3 metros e os 250 Kg quando adulto. O peixe-boi brasileiro é um primo desta vaca do mar.


A procriação explicada às crianças sem rodeios, cegonhas, abelhinhas e outras tretas. Porque os alemães sabem ser objectivos. O texto é muito simples e diz o básico sobre o assunto numa linguagem acessível (em alemão).








Brilhante, a reportagem fotográfica disponível no ElMundo com imagens do interior do corpo humano:

EMBRIO


EMBRIÃO
- três dias depois da fecundação já dividido em 8 células (Mórula). Ainda se encontra na trompa de falópio estando, só se implantará mais tarde na parede uterina.



redcell
Glóbulos vermelhos





PLAQUETAS
- ajudam a reparar as paredes dos vasos sanguíneos e transportam a serotonina que serve para contrair os vasos sanguíneos.









Albinismo: Ausência de pigmentação na pele, cabelo e olhos.

O albinismo é hereditário e determinado geneticamente. Os genes responsáveis são recessivos e impedem a produção da melanina. Daqui resultam vários problemas para os albinos: Pele muito sensível à radiação solar, problemas de visão (olhos não pigmentados são muito sensíveis à luz).
Nos humanos albinos os olhos são azuis enquanto na maior parte dos animais albinos a pupila é cor-de-rosa ou avermelhada.
O número de humanos albinos é cerca de 0.006 % da população mundial. Para uma criança nascer albina é necessário que ambos os progenitores sejam portadores do gene do albinismo e ainda assim a probabilidade é de apenas 1/4.



O albinismo em animais reduz bastante as possibilidades de sobrevivência. Ter má visão não permite caçar ou fugir de predadores. Ser branco reduz muito as possibilidades de camuflagem na natureza.
Existem albinos em quase todas as espécies animais imagináveis: peixes, aves, felinos, mamíferos...
Excepto em cavalos onde não se conhecem verdadeiros albinos.
Em gatos o albinismo surge normalmente associado a um gene responsável pela surdez.



Portal Português para bioquímicos: http://www.bioquimica.online.pt/



Modelação e visualização :


  1. 3D Molecular Designs US
  2. 3D Molecular Modelling @ Toyaku JP
  3. 3D Molecules @ Crete GR
  4. Banque de molélcules et d'ions ne contenant pas d'élélments de transition FR
  5. C4: Computers in Chemistry at Cabrillo College (Molecular visualization) @ Cabrillo College US
  6. Chemie in vier Dimensionen @ Saarland DE
  7. Chemistry Pictures @ Swedish University Network SE
  8. ChemVisu @ Friburg CH
  9. Chemist's Art Gallery @ CSC FI
  10. Chemical Bonds, Molecular Shapes, and Molecular Models @ Eastern Oregon US
  11. ChemVis: Chemical visualization on the Internet @ Erlangen DE
  12. ChemViz - Chemical visualization @ NCSA US
  13. Chime Pages @ Dublin City IE
  14. Chime Resources @ Uni. Massachusetts US
  15. ComSpec3D @ Erlangen DE
  16. Crystal Structures of Minerals @ Manchester UK
  17. ExPASy (Protein modelling) CH
  18. Garlic (Free Molecular Visualization Program) HR
  19. Gaussian '98 Information & Tips @ Pittsburgh US
  20. Ghemical (Unix based freeware molecular modelling package) @ Kuopio FI
  21. HyperChem Mailing List @ HyperChem Inc. US
  22. IMB Jena Image Library of Biological Macromolecules @ Jena DE
  23. Indiana University Molecular Structure Center @ Indiana US
  24. Indigo Instruments (Molecular models) US
  25. Introduction to Computational Chemistry (Book by Frank Jensen) @ Odense DK
  26. Introduction to Molecular Modelling @ Brunel UK
  27. Java Chemical Sample 3D Molecule Structure Viewer US
  28. Library of 3-D Molecular Structures @ NYU US
  29. MacroModel @ Columbia US
  30. MathMol (Mathematics and Molecules) @ NYU US
  31. Med. Chem. Feature Molecule @ Virginia Commonwealth US
  32. Molcas Homepage @ Lund SE
  33. Molecular Library @ NYU US
  34. Molecular Models (1100+ molecular models) @ Okanagan CA
  35. Molecular Models (Solid 3D models) @ 3D Biochem Inc. US
  36. Molecular Modelling @ New Mexico US
  37. Molecular Modelling Techniques @ Geneva CH
  38. Molecule Library @ Georgia Tech. US
  39. Molecules in Four Dimensions (Mol4D) @ KUN NL
  40. Molecule of the Month @ Bristol UK
  41. Molecular Modelling of Inorganic Compounds @ Heidelberg DE
  42. NIH Center for Molecular Modelling @ NIH US
  43. NIH Molecules R US Utililty @ NIH US
  44. OrbVis - Calculation and 3D-Visualization of MOs @ Erlangen DE
  45. Polymorf - Geometry and chemistry US
  46. RasMol & Chime: Molecular Visualization Freeware @ U. Massachusetts US
  47. Silicon Graphics Molecular Modelling @ SGI US
  48. SIRCh: Molecular Visualization Tools and Sites @ Indiana US
  49. SMILES (Simplified Molecular Input Line Entry Specification) Tutorial @ Daylight Chemical US
  50. Swiss-Model @ ExPASy CH
  51. Swiss-PdbViewer @ ExPASy CH
  52. Visualization Homepage @ Fribourg CH
  53. The General Atomic and Molecular Electronic Structure System (GAMESS) @ Ames Lab. US
  54. The Molecular Modeling Electronic Conference TMMeC MY
  55. The QSAR and Modelling Society @ ETH Zurich CH
  56. The WWW Chemical Structures Database @ Erlangen DE
  57. Visualisation of Chemical Processes for Electronic Publishing and Presentations @ RSC/Bristol UK
  58. Visualizing Molecules with gOpenMol @ Utah US
  59. VRML 3D-visualisation with xtal-3d for WWW @ ILL FR
  60. VRML Animation Generator for Chemical Structures @ Erlangen DE
  61. VRML File Creator for Chemical Structures @ Erlangen DE
  62. VRML - Virtual Reality Modeling Language @ Université du Maine FR
  63. When is a Minimum Not a Minimum? @ Cambridgesoft US
  64. YASARA - Yet Another Scientific Artificial Reality Application AT

imagem indisponivel




Um Ligre (esquerda) é um felino híbrido que resulta do cruzamento de um leão macho com um tigre fêmea, um Tigão (direita) resulta do cruzamento inverso. Um Ligre tem riscas e manchas e é o maior felino vivo conhecido, com um tamanho semelhante ao de um pónei e com cerca de 500 kg. Os Tigões tendem a ser mais pequenos que os progenitores e são mais raros. Uma explicação genética para esta diferença de tamanho das crias e para a elevada mortalidade dos tigões pode ser lida em:

http://www.members.aol.com/jshartwell/hybrid-bigcats.html

Como todos os híbridos, tanto o Ligre como o Tigão são estéreis, embora surjam casos muito raros em que são férteis. Quando são férteis e produzem descendência, os filhotes têm nomes curiosos: Tiligre (pai Tigre, mãe Ligre), Litigão (pai leão, mãe tigão), etc...

Este tipo de cruzamento interespécies não ocorre com frequência na natureza sendo mais comum em cativeiro. Não é comum tigres e leões em liberdade misturarem-se pois os seus habitats são diferentes. E ao contrário do que se julga não existem tigres em África só na Ásia.

Conhecem-se outros tipos de felinos híbridos como os Pumapardos, os Jagliões e os Leopões!